Straits Videos

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Sexta-feira, 9 de Março de 2012

The Straits para breve.




Já arrancou a digressão dos "The Straits". O Porto e Lisboa estão no roteiro da digressão e esses dias estão para chegar. Em palco estarão Alan Clark, Chris White e Phil Palmer, todos eles menbros dos Dire Straits. Em Lisboa não vão estar Mark e John, nem tão pouco Guy Fletcher, mas espero uma noite de grandes emoções, recheada com grandes êxitos. Por aquilo que tenho visto o Guitarrista / Vocalista de nome Terence é um excelente músico e está a cumprir a dificil missão de fazer de MK. Vou tentar sacar umas fotos e tenciono partilha-las

Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012

REMEMBER THE OLD SONGS - SAS 27 BAR

No próximo dia 2 de Março vou regressar ao SAS 27 BAR para mais uma noite que se quer de festa. Desta vez o som virá das canções que noutros tempos foram um sucesso. O tema deixa antever mais uma noite ao som das canções intemporais dos anos 80, mas na realidade não é esse o objectivo. Iremos descer na cronologia e ampliar a viagem até aos anos 60 e 70, com passagens pelos tempos do Rock n´roll puro e duro de Chuck Berry ou do Rock Progressivo dos Pink Floyd ou dos Genesis.


Não faz sentido viajar aos antepassados das velhas canções sem olhar para o que nasceu no Portugal dos Pequeninos, como tal, vamos recordar as principais passagens do "Boom do Rock Português" e posteriomente da chamada "Música Moderna Portuguesa".


Com muitos ou com poucos de vós, as canções vão tocar. Até lá.


Nota: Porquê Formiga? Este foi o meu batizo de Escola e de Bairro. Posteriormente foi o nome adoptado quando lá no Nosso bar (onde eu era DJ) havia uma festa e era necessário realizar um cartaz. Aqui fica o esclarecimento.


Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012

Simple Minds









Os Simple Minds aproveitaram a sua vinda a Lisboa para visitar o Estádio Nacional. Adeptos ferverosos do Celtic de Glasgow quiseram pisar o relvado onde há muitos anos a equipa da Escócia se sagrou campeã da Europa frente ao Inter de Milão. Jim fez-se acompanhar pelo seu pai e pelo guitarrista Charlie Burchill.

Aquando da passagem dos Minds pelo velho Estádio de Alvalade, no ínicio dos anos 90, Jim dedica a canção "The King is White and the Crowd" aos Lisbon Lions, nome pelo qual ficaram conhecidos a equipa que em obteve a glória em Lisboa.

Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012

UHF em SILVES 93










Encontrei esta set-list por entre as fotos do Renato Júnior no seu Facebook. Este é o alinhamento do concerto dos UHF no Castelo de Silves no dia 1 de Maio de 1993. O ínicio da digressão da Santa Loucura. Um concerto especial por ter sido organizado por mim e pelos meus amigos quando estavamos na Associação de Estudantes da Escola Secundária de Silves. Algumas destas canções não foram tocadas, "No banco de trás", "Noites Lisboetas", "Esta dança não me interessa". Acabaram por repetir a Menina e por tocar o "Rapaz Caleidoscópio". Tenho o video deste dia, a montagem do concerto, o concerto e os camarins.
O António construiu este alinhamento à minha frente logo após o jantar na Marisqueira Rui 2. Também o almoço foi na Marisqueira que na época já era hotel. Recordo-me que o António não estava presente e almoçei com o Delaere, com o Pinho e com o Rui. Foi um dia fixe que deixou imensas recordações.

Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012

37 anos depois...

A música dos Genesis está de regresso a Portugal. Cascais, cidade que ficou na história dos Genesis vai receber o projecto "Musical Box". O cenário será aquele que há 37 anos atrás recebeu o concerto do grande disco de rock progressivo "The Lamb Lies Down on Broadway, último disco com Peter Gabriel. Reza a história que foi em Cascais que Peter terá anunciado aos seus colegas de banda a intenção de deixar o projecto.
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Este tributo, autorizado pelos Genesis, terá precisamente o mesmo alinhamento do concerto de Cascais e terá lugar no mesmo espaço, o Pavilhão do Dramático de Cascais. Será um momento a não perder, principalmente por aqueles que nessas duas noites estiveram no Dramático e assistiram a um dos concertos que mais história fez no nosso pais.
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Gostava de embarcar nesta viagem porque acredito que será uma noite muito especial, recheada de grande teatrealização ao som de um dos meus discos favoritos, o "Lamb Lies".






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The Chamber of 32 Doors, a minha passagem preferida do Lamb Lies

Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012

THE STRAITS - CONTAGEM DECRESCENTE

Steve Ferrone com Alan em 1990. Penso que esta foto foi tirada durante uma Tour de Eric Clapton em que os dois músicos participaram, tal como Mark Knopfler. Steve vai estar em Lisboa com os The Straits.


O cartaz promocional do projecto dos The Straits.



Chris White, um Strait genuino. Realizou as duas maiores digressões da banda, Brothers In Arms Tour e On Every Street World Tour. A sua entrada na banda coincidiu com a explosão dos Dire Straits à escala planetária. Em 1985 com a edição de Brothers in Arms os Dire Straits transformaram-se no maior fenómeno musical da decada de 80 e Mark Knopfler ganhou o rótulo de Guitar Hero. O crescendo de popularidade dos músicos nunca mais parou. Hoje o respeito mantem-se e Knopfler continua a ser considerado um músico de tôpo. Até chegar aos Straits Chris tocou com grandes nomes da música, chegando a fazer uma Tour com Robbie Williams.





Alan Clark é a alma deste projecto. Na verdade é o homem que tentou fazer uma reunião dos Dire Straits, cenário rejeitado prontamente pelo lider de sempre Mark Knopfler. Entrou para os Straits por alturas do lp "Making Movies", curiosamente quase na mesma altura em saiu David Knopfler. Alan tornou-se num num Strait respeitadissimo, um músico calmo e virtuoso. Os pianos dos Dire Straits ficaram a seu cargo até ao último dia. Durante anos a fio viveu discretamente. Chegou a tocar com Tina Turner, Bob Dylan e Eric Clapton.


Alan e Chris White são os Straits que me levam à Magna e o meu bilhete foi escolhido a dedo para a frente dos dois.




SALAS CHEIAS




A mais de um mês da data do Concerto faltam vender 700 bilhetes para Lisboa, os restorais estão lotados e 373 para gaia. Prêve-se salas cheias para o revivalismo ao Dire Straits.



Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012

Rui Beat Velez


Anos 80 - O Rui está à direita


Ex baterista dos UHF faleceu de doença prolongada



Conheci o Rui (primeiro da direita) em 1983, uma mola dinâmica por trás da bateria de uma banda que foi a concurso no Rock Rendez-Vous – a Banda do Sul. Vi-os enquanto membro do júri; não seguiram até à final.Gostei do grupo, aproximei-me deles através da minha namorada dessa altura, colega do liceu. Havia entusiasmo, os sonhos fluíam; a baía de Cascais ainda não produzira os Delfins e já uma espécie... de pop/funk enchia uma garagem de Oeiras.
O Rui, de quem me tornei amigo, acabou naturalmente por entrar nos UHF em 1985. Fizemos uma longa digressão entre o final desse ano e meados de 1987, quando saiu do grupo.
Acabaria por regressar em 1989 para a digressão do maxi “Hesitar”, juntando-se ao Pedro de Faro, o baixista fundador da Banda do Sul, que também ingressara nos UHF. Essa foi uma das digressões mais felizes da minha carreira, que reuniu em palco dois bateristas – o Luís Espírito Santo e o Rui ‘beat’ Velez (o ‘beat’ foi baptismo meu).
Dizem os que me conhecem que tenho memória de elefante, e é verdade. Os dias desta carreira parecem-me as páginas de um livro que o tempo mantém disponíveis para folhear. Não sou de lamúrias nem de saudosismos, mas recordo com toda a vivacidade quando o Rui se sentava no lugar a meu lado no carro que eu próprio conduzia, um veloz Ford RS Turbo branco, e seguíamos a cantar as canções que previamente alinhara numa cassete: nesse início de 1989 delirávamos com “Orange Crush” dos R.E.M.
Mais tarde nesse ano, o Rui e o Pedro formaram a Junção, reagrupando o núcleo duro da Banda do Sul e convidaram-me para emprestar a minha voz num dos temas do único LP que gravaram.O meu amigo partiu no último domingo. É um lugar comum dizer-se que não estávamos à espera da notícia; mas é verdade que não estava. Um dia destes, como ele me disse há uns tempos, haveríamos de tentar outra vez.
Dele guardamos dois magníficos registos que o qualificam como ‘beat’, a mola, um homem em simbiose com as peles e os pratos de uma bateria: “Até às Tantas” (1986), por encomenda do programa “1, 2, 3”, da RTP, mais tarde editado no primeiro volume das Raridades dos UHF (2007) e “Esta Mentira à Solta” do maxi “Hesitar” (1989). Em ambas as canções juntei dois monstros musicais deste país: Renato Gomes e Rui ‘beat’ Velez.
Por um artista que parte soltemos aplausos de agradecimento.




Texto de António Manuel Ribeiro (Site Oficial dos UHF)


O Rui esteve nos UHF na segunda metade dos anos 80. Na verdade não esteve muito tempo nos UHF, mas esteve o tempo suficiente para deixar a sua marca e para fazer parte da história da banda. Como membro activo desta história que se chama UHF lamento esta perca e envio um forte abraço a toda a nação.



Não pedi autorização ao António para publicar este texto mas penso que ele não se importará.



"Por um artista que parte soltemos aplausos de agradecimento"