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terça-feira, 23 de agosto de 2011

JIM MORISSON

























































Quando era puto lembro-me de ter ouvido falar que o Adolfo não tinha morrido e que vivia tranquilamente no Estoril. Há uns tempos li que Morisson afinal não tinha morrido serenamente na banheira de sua casa em Paris vitima de ataque cardiaco, mas sim nos lavabos de um bar em Paris. Um tipo, dono de um Bar que Morisson frequentava com frequência terá dito que o "Rei Lagarto" morreu depois de consumir heroina, droga que Jim não estava habituado a consumir e que tinha adquirido naquela noite a dois traficantes que se encontravam no mesmo espaço. Jim terá sido encontrado inconsciente junto da retrete do WC, com sangue a escorrer pelo nariz, boca esbranquisada e olhos fechados, sendo transportado a sua casa onde fora colocado na banheira numa tentativa de reanimação.Há quem diga que Morrison já foi transportado para o seu apartamento já morto. Esta é uma versão alternativa que explica a morte de Jim, será por ventura a versão mais fraquinha, se bem que, atendendo à forma como Jim desafiava um risco fosse bem possivel que tal tivesse acontecido. O dono do bar disse posteriormente que lhe fora solicitado sigilo e que quis preservar a dignidade de Morisson e da distante familia. O livro "Morisson: The End" relata esta versão em que Morisson termina na banheira, sendo esta a única verdade.





Outra das versões diz que o governo dos EUA teria preparado uma missão para abater Morisson, diz-se que os States resolveram abater Janis Joplin, Hendrix e Morisson. Abater estes agitadores e deixar cá o Dylan seria um contrasenso.





Também se disse que tal como Adolfo, Jim terá simulado a sua morte para se ver livre da constante pressão dos fans, algo que eu acho impossivel.





Prefiro pensar que James Douglas Morisson foi encontrado sem vida às 5 da manhã pela sua namorada Pam e que morreu tranquilamente na sua banheira após um fulminante ataque cardiaco. Se calhar Jim devia ter saido, devia ter ido beber uns copos, devia ter ido fumar e quem sabe cantar num palco de um bar Parisiense, eh eh eh!





O retiro a que os Doors se propuseram empurrou Jim para a Europa juntamente com os 70 anos (????? - dizem) de cadeia a que ficara sujeito por mostrar o pénis em palco e por simular masturbação perante milhares de pessoas. O pagamento de uma fiança deixará Jim em liberdade e Paris terá sido o seu destino.





Na sua nova moradia com vizinhos com "casas" de luxo, Jim apaziguou mas esteve anos a fio longe de ter paz, milhares de fans choraram a sua morte, riscaram os seus nomes nos jazigos vizinhos, cantaram, beberam e fumaram. Familiares dos "vizinhos" manifestaram-se contra a romaria ao seu tumúlo e várias vezes tentaram enviar Jim para nova morada. O busto também foi roubado depois da captação das filmagens que aparecem no final do filme sobre os Doors e que fora realizado por Oliver Stone e que gerou alguma indignação junto de Robby, Ray e Densmore. Tive direito à minha visita a Morrison e se algum dia regressar a Paris certamente que irei novamente voltar a Pere Lachaise.





Estes enigmas de nada valem tendo em conta o enigma que foi Jim enquanto homem e vocalista de um dos maiores mitos da história da música de todos os tempos - THE DOORS. Jim ainda hoje é das personagens mais fascinantes do mundo da música, era um excelente vocalista e um bom homem embora recusasse estar lúcido. Deu grandes concertos, mas também não chegou ao final de outros, gravou de garrafa de whisky em punho e iniciou o afastamento dos Doors dos grandes momentos nos grandes palcos.





Quer-me parecer que os Doors ao fazerem uma pausa na sua actividade deixaram Jim à deriva, algo que Jim poderia ter feito aos Doors quando foi convidado para gravar a solo deixando-os para trás. Os restantes Doors foram mais comedidos que Jim, exerciam alguma pressão para que controla-se o gosto pelo alcool ou pelo menos não actua-se pedrado. Tinham a sua importância.





E de repente voltei aos Doors, mas já tive sem paciência para os aturar. Ontem peguei no meu "Morisson Hotel" que foi comprado curiosamente em Paris e deixei-o tocar, uns anos depois.






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